O dia de hoje foi bastante uneventful. Normal, pode-se dizer.
Levantei-me às 06:18 da manhã, arranjei-me num tempo record de 11 minutos, peguei nas chaves de casa e em 5 euros deixados pela minha mãe e fui a pé até Palmela.
Desci a rua, virei à esquerda, e segui em frente, na direcção da Policia Judiciária e da Casa das Heras. Parei na Bomba de Gasolina para me reabastecer de água e continuei o meu caminho.
Apanhei boleia duma senhora que me fez o favor de ajudar a atravessar a rotunda, porque a pé seria suicidio! e meti por uma ruela sinistra. Pensei que ia ser assaltada e fui. (A professora de Português bem me disse que eu era sibila. Na altura não acreditei.) No entanto, como tinha gastado tudo o que tinha na garrafa de água, o ladrãozeco não lucrou nada do dito crime.
Continuei. Todavia, quando dei pelas horas, já eram 10:47. Eu não queria que a Rita desse pela minha falta e chamasse as autoridades - o que eu não faço para ninguém descobrir as minhas actividades ilegais (*cof* cultivo de agrião *cof* - se alguém na praça soubesse que eu tenho a minha própria pseudo-estufa, juntavam-se todos e vinham-me matar... E depois lá se iam os jantares de peixe fresco à sexta-feira.).
Cheguei a casa e meti-me na cama e fingi que estava a dormir, tarefa que executei até ao meio-dia, altura em que a Rita me veio "acordar" (muahahaha).
Fui para a escola de autocarro.
Voltei da escola 90 minutos depois.
Entretanto não aconteceu nada que valha a pena contar.
Assim que cheguei a casa deixei cair soporíferos no copo de sumo da Rita e da minha mãe. Elas cairam como pedras. Infelizmente, calhou-me a mim arrastá-las para as suas respectivas camas. Pode-se dizer que para a semana já não preciso de fazer flexões de braços, em Educação Física.
Saí, novamente, desta vez, para me encontrar com o motorista do autocarro, o mesmo mtorisca que conduziu o 12 da 13h. Nessa altura, disfarçadamente, entregei-lhe um papel com certas informações confidenciais. O meu objectivo, desta vez, era tratar dos últimos preparativos da operação que se avizinhava.
Cheguei a casa às 19:25, pois sabia que o soporífero não iria durar muito mais tempo. Como sempre, estava certa.
Agora tenho, mais uma vez, de fingir que passei a tarde a ver televisão e a fazer os trabalhos de casa na sala.
Mas eu e tu sabemos que isso não é verdade. ;)
***
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5 comentários:
Eu não gosto de agrião.
Há coisas que me ultrapassam.
Uma delas é a Joana plantar agrião-secreto.
Curioso foi o facto de ter acordado às 11h e não ter dado pela falta dela, que supostamente estaria a regressar da sua estufa, logo fora de casa. Mas pronto, wth.
Quanto a essa história dos soporíferos, não acredito muito. Eu devo ter dormido apenas uma meia horita. Nada mais.
Mas o sumo tinha um sabor esquisito. :/
Rita *
Are you insane?
Se não, quando for grande, quero ser como tu.
Ow, Joana, queria que tivesses continuado esta tua façanha.
Achei mesmo muita piada ao cultivo secreto de agrião, embora não simpatize muito com esse legume. Então em sopa, nem pensar.
Ias a Palmela ver a tua plantação clandestina? Só queria ter a certeza.
Beijinhos, I really liked it. ^^
GOD!
NINGUÉM PERCEBEU!
loool
Eu nunca disse o que ia fazer a palmela, porque é top secret. A plantação de agrião, supostamente ilegal, está em casa, convenientemente escondida, por isso é que eu não queria que a Rita, ao dar pela minha falta, chamasse a policia para eu não correr o risco de ser busted.
Obviamente, cara Rita, eu pus almofadas debaixo dos lençois, o velho truque, para a eventualidade de acordares antes da minha chegada. Pode-se dizer que o plano resultou às 1000 maravilhas.
*
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