domingo, 7 de outubro de 2007

Lost Boys



Ó Calvin! Só te falta o fato de raposinha ou de guaximim, uma espada de madeira e um bilhete de ida para Neverland!

Nunca crescerás, pois não, Calvin? Prometes?


Second star to the right and straight ahead till morning! ***


5 comentários:

Lovely Rita disse...

Não me parece que o Calvin se fosse dar bem em Neverland. Ele teria de seguir as ordens do Peter Pan e tudo isso. Já não poderia andar por aí a explorar com o Hobbes.

Mas também não me parece que o Calvin se fosse adaptar à vida adulta. Ele será sempre aquele rapazinho que encomenda bazucas por telefone a uma drogaria.
Muito fixe.

Incrível é o facto de o Calvin ter crescido imenso e a mãe dele estar igualzinha. 8D

*

Cassandra Gemini disse...

Eu gosto do Calvin. Mas não gosto de como o Hobbes o ataca cada vez que o primeiro chega a casa. Que agressivo.

Cassandra Gemini disse...

Muitos beijinhos para as meninas e o blog giro.

Marta Lopes Peres disse...

*sigh* Ai, Calvin, és mesmo fofo. xD

lowfiptara disse...

No outro dia peguei num livro do calvin. Eu já não pegava num livro do calvin há imenso tempo. Há anos que eu não pegava num livro do calvin. Mas no outro dia peguei num e voltei a trás uns anos.
Eu comecei a ler Calvin com 6 anos. Eu não me ria a ler calvin, só às vezes. Eu levava o calvin muito a sério. Toda aquela coisa de não ter amigos, e melhor, de ter um amigo imaginário! eu na altura ligava lá para se tinha amigos. havia os brinquedos, e eu gostava era de brincar sozinho. e como já tinha uma consola não era muito de travar grandes amiades. Não sei se tinha amigos imaginários, mas, vendo bem, não me parece algo assim tão impossível.
E eu peguei num livro do calvin e abri-o e comecei a ler o livro. e foi aí que recuei aqueles anos todos. O calvin não me diverte. O calvin deixa-me pensativo. Ninguém com seis anos se interroga sobre a morte ou diz aos pais que eles são comunistas. O calvin não tem seis anos, e nunca vai deixar de os ter. Por mais que cresça (como acontece aí na imagem tão gira) o calvin vai manter-se aquele miúdo que vive dentro de nós todos. aquela parte crinaça que, quem teve uma infãncia saudável (até se pode dizer não saudável), tem dentro de si. aquele momento para o desatino. aquele pensamento mais macabro. a piada negra no momento menos oportuno. a preguiça dos domingo à tarde. eu vivo todas essas situações com uma enorme intensidade. e se os vivo com essa intensidade é por culpa do calvin. se gosto de inventar, de criar, de descobrir, de explorar foi porque lia calvin quando era miúdo.
para a maioria será um bom/excelente livro de banda desenhada. Mas a mim, certamente pela forma como interpretava a leitura de calvin, Calvin & Hobbes é sinónimo de vida, de um pôr de sol de domingo (que lembra sempre a segunda feira que aí vem), de férias de verão imensamente longíquas e que passam antes de nos fartarmos dela. mas há também aquele sentimento rebelde. aquela... vontade nietzschiana de se estar só, de interrogar a autoridade.
Eu gosto de Calvin & Hobbes